A revista Veja fez uma reportagem sobre grupos de interação do Instagram e todo mundo quer saber direito como são, quem os frequenta e o que eles comem. E o mais importante: se eles são uma saída rápida para ganhar muitos e muitos likes.

Esses grupos são reais, e oferecem troca de curtidas, troca de comentários e troca de seguidores. Eu já estive em vários deles, que reunem vááárias pessoas em um grupo de Whatsapp. As pessoas mandam seus links ou usam uma hashtag especial, e as regras ditam que você PRECISA curtir todo mundo que está naquela hashtag ou naquele grupo. Desse jeito, você consegue likes e comentários de forma proporcional, é tudo retribuído.

Algumas pessoas nas redes (e na reportagem) disseram que esses grupos são ridículos, que são muito rígidos, que as regras são infantis e até que parecem seitas hahaha. De fato, alguns deles são mesmo muito rigorosos com as regras. Tem uns que são ridículos, mesmo. Existem pessoas que ficam lá conferindo se você de fato curtiu todas as duas milhões (ou duas mil, ok) postagens, para que seja justa a sua permanência por lá.

Opinião profissional

Outro dia eu fui numa reunião do ramo, com influenciadores e profissionais da área, e alguém trouxe esse assunto à tona. Isso deu início a super debate sobre grupos e sobre trocas de interação, e foi dita uma coisa super interessante: de todos os males, esse é o menor. Isso porque o objetivo desses grupos é justamente promover um networking entre pessoas da mesma área, com os mesmos interesses, e que haja uma interação entre elas.

De fato é o que acontece. Você entra lá no perfil da pessoa, vê a foto, lê a legenda, deixa seu like ou comentário. Não há nenhum prejudicado nessa história. Gera mais engajamento, as marcas parceiras estão sendo mais vistas e todo mundo sai ganhando. Porém, alguns desses grupos são tipo seitas mesmo, como diz na reportagem de Veja.

Assim como usar bots ou comprar seguidores: eles não compensam. São formas falsas de inflar os seus números e não é o objetivo da rede social. O que as pessoas querem mesmo é verem e serem vistas. Que as pessoas curtam de verdade aquele conteúdo porque ele é bom, relevante, interessante, etc.

Existem grupos e grupos. Tem uns que são forçados mesmo. São os grupos descritos na reportagem. Tem outros que são de fato para fazer um networking, com blogueiras sérias e gente que se empenha no trabalho de influencer!

Vejam o meu vídeo em que eu conto tudinho, inclusive sobre o meu grupo:

Beijo, amoras!

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